sexta-feira, 7 de julho de 2023

 

Projeto desfralde “literário”

Marina Tanzi

Tempo: quatro bimestres

Público-alvo: crianças de maternal  

Introdução:

O desfralde é um processo demorado, formado por várias fases que devem ser respeitadas, sem apressar a criança. A pressão pelo desfralde rápido, obriga a criança a pular fases, gerando ansiedade e estresse que podem resultar em  traumas de infância.  Por tanto, é importante não realizar comparações  entre  colegas de escola, primos e irmãos, pois estas confrontações podem   transformar o desfralde em uma corrida, cujo prêmio é a frustração.

Para um desfralde tranquilo é preciso respeitar o tempo de cada criança, de acordo com a sua maturidade atentando-se para os seguintes fatores:

Fatores psicológicos:  

·                    Apresenta  incomodado com a fralda cheia.

·                    Avisa quando  fez ou vai fazer “cocô” e “xixi” na fralda.

·                    Permanece por mais tempo com a fralda seca.

·                    Demonstra curiosidade sobre o uso do banheiro.

Fatores físico-motores:

·                  A criança consegue andar, abaixar, levantar, girar, pular e correr com desenvoltura.

As fases do desfralda são: desfralde diurno, fase de escape, desfralde noturno, conseguir fazer o cocô no vaso e usar o vaso em diferentes lugares e ocasiões.   

O desfralde se inicia tirando as fraldas da criança no período diurno, por isso, a importância do papel da escola nesta fase, pois a criança passa a maior parte do seu dia na instituição escolar, cabendo a família  dar continuidade ao processo no final de semana.

A fase de escape é o momento mais delicado que requer muita  paciência e persistência da família, pois as várias trocas de roupas e higienizações acabam sendo cansativas e frustrantes, mas fazem parte do processo e não devem ser encaradas com desanimo. Quanto mais resiliência a família apresentar, mais fácil será para a criança superar esta fase.

O desfralde noturno demora mais para ocorrer, pois o organismo precisa se adaptar a segurar a urina e a evacuação durante o período inteiro do sono. Recomenda-se iniciar o desfralde noturno, quando a criança já estiver conseguindo ficar sem as fraldas durante o dia todo, superando a fase do escape. Geralmente, depois de três semanas acordando com a fralda seca é possível retirar a fralda da noite. 

Algumas crianças demoram para conseguir fazer o cocô no vaso, pedindo a colocação da fralda. Nesta fase,  a criança já possui o controle dos esfíncteres, conseguindo segurar a vontade de evacuar até ter o seu pedido em colocar as fraldas, atendido pelo adulto. O estigma social sobre a evacuação pode deixar a criança com vergonha de pedir ou com nojo de fazer cocô no banheiro, por isso, o adulto nunca deve enfatizar o cocô como algo repulsivo e feio.  Neste caso é preciso  identificar quais são as dificuldades com o uso do banheiro, para realizar as interferências corretas.  Jamais se deve julgar a criança, pois ao  se sentir culpada, a sua insegurança aumenta,  podendo levá-la a  regredir no processo de desfralde.

Por último, algumas crianças não conseguem usar o banheiro fora de casa, nem mesmo na escola, pedindo para colocar a fralda sempre que percebe que vai sair. Nesta fase, a criança já atingiu a maturidade psicológica  e motora  para desfraldar, mas problemas emocionais (medo ou vergonha) estão dificultando o uso do banheiro, fora do ambiente familiar.   O medo  ou a vergonha, vem da insegurança de estar longe do suporte dos pais, ou  de estar em um ambiente estranho, sendo mais comum em crianças desfraldas em casa,  durante a pandemia.

Em todas as fases do desfralde é preciso ter paciência com a criança, ajudá-la desenvolver a sua autoconfiança, oferecendo estímulos positivos com elogios, sempre que ela usar o vaso, e não demonstrar desanimo quando ocorrer escapes, pelo contrário, devemos é encorajá-la com frases motivacionais.  Precisamos saber ouvir e perceber o que ela quer expressar por meio da brincadeira e do jogo simbólico, para identificar as suas dificuldades e medos, incentivá-la sempre, com histórias e cantigas, aprendendo a usar a ludicidade como principal aliada neste processo.

 

Justificativa:

 Este projeto visa iniciar um processo de desfralde considerando a singularidade/subjetividade entre a  criança e  a sala de aula, caracterizada como um ambiente  estimulador e facilitador para  o desfralde, contando com a presença de educadores acolhedores, que em conjunto com as famílias, formarão uma base de apoio,  para que a criança possa avançar com confiança, mais  esta importante etapa em seu desenvolvimento.

Objetivos gerais:

 Iniciar o desfralde utilizando a ludicidade dos livros infantis como metodologia. 

Objetivos específicos:

·                  Estimular o desfralde por meio de brincadeiras musicais, cantigas, contação de histórias, rodas de leitura com livros infantis, faz de conta, manuseio de livro-brinquedo, entre outros.

·                  Desenvolver a autonomia da criança, de forma progressiva,  quanto ao uso do banheiro e  hábitos de higiene pessoal.

 

Conteúdos:

Conceituais:

Identificar a necessidade de  usar o banheiro.

Diferenciar a vontade de urinar da vontade de evacuar.

 

Procedimentais:

Pedir para ir ao banheiro

Utilizar o banheiro de forma correta.

Realizar a sua higiene pessoal, após o uso do banheiro.

Atitudinais:

Adquirir autoconfiança para deixar as fraldas e aprender a usar o banheiro.

Desenvolver autoestima, para que os episódios de escape não afetem negativamente a  autoimagem da criança.

 

 

 

 

Metodologia :

HABILIDADES E COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS DE ACORDO COM A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC)

CAMPOS DE EXPERIÊNCIA

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

O EU, O OUTRO E NÓS

(EI02EO02) Demonstrar imagem positiva de si e confiança em sua capacidade para enfrentar dificuldades e desafios, identificando cada vez mais suas possibilidades, de modo a agir para ampliá-las.

Desenvolver a autoestima e a autoconfiança da criança, para enfrentar a fase dos escapes nas calças, sem deixar que estes episódios abalem a sua autoimagem, por meio da leitura de livros infantis com o tema, exemplo: “Apertado”.

 

 

Ajudar a criança a perder a vergonha e o nojo em fazer cocô no vaso, por meio de histórias que mostrem a importância do cocô para o nosso organismo e para a natureza. Exemplo:

 “Por que fazemos cocô?” e “Cocô de passarinho.”

 

EI02EO04) Comunicar-se com os colegas e os adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender, ampliando suas possibilidades expressivas e comunicativas.

Realizar rodas de conversa e leitura para oferecer apoio emocional as crianças ajudando-as as superarem as dificuldades e medos do período do desfralde, com o suporte de livros infantis como: “Pedro não quer ir ao banheiro”.

TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS

Ampliar as possibilidades de expressão e comunicação por meio da arte.

 

Estimular as crianças a expressarem seus sentimentos sobre o desfralde, por meio do desenho, da pintura e da modelagem.

(EI02TS03) Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no ambiente em brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias, apreciando, descobrindo sons e possibilidades sonoras, explorando e identificando elementos da música para expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento de mundo.

 

Estimular o desfralde por meio de músicas infantis, por exemplo:

           “Sambinha da fralda molhada”, “Samba do mexe-mexe”, ambas  do grupo Palavra Cantada.

 

           “Ai, que vontade!”, do Mundo Bita.

 

           “A história do cocô”, Cocoricó.

 

 

 

CORPO, GESTO E MOVIMENTO

(EI02CG02) Deslocar seu corpo no espaço, orientando-se por noções como em frente, atrás, no alto, embaixo, dentro, fora etc., aperfeiçoando seus recursos de deslocamento e ajustando suas habilidades motoras, ao se envolver em brincadeiras e atividades de diferentes naturezas.

 

(EI02CG03) Explorar formas de deslocamento no espaço (pular, saltar, dançar), combinando movimentos e seguindo orientações.

 

 

Desafiar as habilidades da criança, as incentivando a explorar e testar as várias possibilidades de deslocamento no espaço (pular, saltar, rolar, correr etc.), orientando-se por noções de localização (embaixo, dentro, fora etc.), ao realizar brincadeiras e jogos, com a finalidade de estimular a maturidade físico-motora da criança para o desfralde por meio de:

 

           Circuitos motores, desafiando a criança a se abaixar, subir, escalar, pular, correr e rolar, explorando obstáculos variados, encontrados na própria escola: colchonetes, cadeiras, mesas, túnel de tecido, bambolês etc.

 

           Brincadeiras musicais e de roda: “Carneirinho, carneirão”,  “Batata-quente”, “Corre cotia”, “A canoa virou”, “O mestre mandou”.

 

(EI02CG04) Demonstrar progressiva independência no cuidado do seu corpo, encontrando soluções para resolver suas necessidades pessoais e pedindo ajuda, quando necessário.

Ajudar a criança a entender o uso do banheiro e os cuidados com a higiene pessoal,  por meio de uma rotina lúdica, com ilustrações atrativas e de fácil compreensão.

 

ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO

(EI02EF01) Dialogar com crianças e adultos, expressando seus desejos, necessidades, sentimentos, preferências, saberes, vivências, dúvidas e opiniões, ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão.

 

Realizar rodas de conversa baseadas no interesse e na curiosidade das crianças quanto ao desfralde, utilizando livros infantis como suporte para responde as suas dúvidas, exemplo:

 

Curiosidades  sobre penico, com livro: “Para que serve o Pinico?”

 

Desvendando o mistério do vaso sanitário, com o livro: “Para onde o cocô vai?”

 

(EI02EF04) Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos, tais como “quem?”, “o que?”, “quando?”, “como?”, “onde?”, “o que acontece depois?” e “por quê?”

 

Promover rodas de conversa, levantando perguntas sobre as narrativas das histórias dos livros:

 

“Um presente incrível”, questionar a criança sobre qual é esse presente? Para que ele serve? Como usá-lo?

 

 “Cadê o meu penico?” Perguntar para as crianças. onde está o penico da Hortência? O que ela deve fazer enquanto não encontra o penico?

 

EI02EF07) Manusear diferentes portadores textuais (livros, revista, gibi, jornal, cartaz, CD, etc.), inclusive em suas brincadeiras, demonstrando reconhecer seus usos sociais.

Proporcionar as crianças a oportunidade de manusear livro-brinquedos com o tema desfralde.

 

ESPAÇO, TEMPO, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES

 

(EI02ET04) Identificar e explorar relações espaciais (dentro e fora, em cima, embaixo, acima, abaixo, entre e do lado), ampliando seu vocabulário.

Estimular o desfralde e identificar noções espaciais (dentro e fora) por meio do livro: “O que tem dentro da sua fralda?”

 

 

(EI02ET05) Classificar objetos, considerando determinado atributo (tamanho, peso, cor, forma), expressando-se por meio de vocabulário adequado.

 

Brincar de detetive com as crianças,  tentando identificar pela cor e formato, quem fez cocô na cabeça da pequena toupeira na história do livro: “Da pequena toupeira que queria saber quem tinha feito cocô na cabeça dela”

“Cocô, no trono”, pedir para a criança descrever como é cocô de cada personagem da história.

 

 

 

Materiais e recursos:

·         Folhas de sulfite A3

·         Gizão de cera

·         Massinha de modelar

·         Gizão de lousa

·         Cartolina

·         Collor set

           Papel kraft

           Fraldas descartáveis 

           Rádio

           Guache

          Pinceis

 

Lista de livros:

Título

Autor

Editora

Cocô no trono

Benoit Charlat

Companhia das letrinhas

Da pequena toupeira que queria saber quem tinha feito cocô na cabeça dela.

Werner Holzwarth

Companhia das letrinhas

O que tem dentro da sua fralda?

Guido van Genechten

Brinque-Book

Cadê o meu penico?

Mij Kelly

Companhia das letrinhas

Um presente incrível

Guido van Genechten

Brinque-Book

Para onde vai o cocô?

Katie Daynes

Usboner

Para que serve o peniquinho?

Katie Daynes

Usboner

Pedro não quer ir ao banheiro.

Ariadny Bbbud

Sinopsys

Cocô de passarinho

Eva Furnari

Moderna

Por que fazemos cocô?

Usborne Publishing

Usboner

Apertado

Guido van Genechten

Brinque-Book

 

Avaliação: ocorrerá por meio da observação desde o início do desfralde, acompanhado  todas as fases, realizando as interferências necessárias, para o progresso da criança até a finalização do processo.    

 

 

 


 

Projeto: Cores e mais Cores

Marina Tanzi

Tempo: 4 bimestres

Público-alvo: crianças de maternal

Justificativa: O uso de cores na educação infantil, principalmente as mais vibrantes, como vermelho, amarelo e laranja, contribuem para o desenvolvimento da capacidade motora e cognitiva, do raciocínio, da fala, do tato, da audição, do paladar, dentre várias outras habilidades.

É importante que diferentes tonalidades sejam exploradas durante a educação infantil para captar o interesse e despertar a curiosidade das crianças. Isso porque uma das primeiras características que os pequenos utilizam para diferenciar objetos é justamente a cor.

Quanto antes o estímulo colorido fizer parte da rotina das crianças, melhor será o desempenho tanto escolar quanto social. Por isso, é na educação infantil que esse estímulo com as cores precisa começar. Afinal, essa é a fase da vida em que a cognição se expande mais rapidamente e um universo novo e imenso se abre diante dos pequenos.

Objetivos gerais: estimular a identificação e  associação de cores e tons e suas combinações, por meio de atividades lúdicas com jogos, brincadeiras e livros infantis. 

Objetivos específicos:

·         Estimular o raciocínio lógico;

  • Aumentar o vocabulário e as formas de compreensão da realidade visual
  • Trabalhar em equipe na construção e identificação de objetos coloridos;
  • Desenvolver a imaginação e a capacidade de abstração e interpretação;
  • Exercitar a coordenação motora
  • Desenvolver a noção de espaço e limites
  • Estimular a concentração e coordenação dos olhos

 

Conteúdos:

Conceitual

Identificar e reconhecer as cores;

Nomear as cores;

Classificar objetos por cores

Saber associar as cores

 

Procedimental:

Testar novas combinações de cores

Confeccionar tintas naturais

Manejar os materiais de pintura (pincel, rolinho, esponja, lápis de cor etc.).

Atitudinais:

Respeitar a vez e o espaço dos colegas

Obedecer aos combinados da aula, para limpeza e organização do ambiente.

 

 

 

 

Metodologia:

HABILIDADES E COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS DE ACORDO COM A BASE NACIONAL CURRICULAR COMUM (BNCC)

CAMPOS DE EXPERIÊNCIA

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

EU, O OUTRO E O NÓS

(EI02EO01) Demonstrar e valorizar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com crianças e adultos.

Explorar as cores quentes e frias associadas as emoções, sendo as cores quentes representando a alegria e a raiva, enquanto as cores frias,  a calma, a tristeza e o medo, dentro do contexto de histórias infantis como: O monstro das cores. Com o objetivo de ajudar as crianças a expressarem os seus sentimentos e a compreenderem os do próximo,  favorecendo assim, atitudes de solidariedade.

TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS

(EI02TS02) Utilizar materiais variados com possibilidades de manipulação (argila, massa de modelar, água, areia, terra, tintas etc.), explorando cores, texturas, superfícies, planos, formas e volumes ao criar objetos tridimensionais.

 

Realizar experiências com a combinação de cores primárias e secundárias para obter cores terciárias, explorando diferentes materiais, superfícies e suportes,  exemplos: massinha de modelar, tintas guache, filtros de luz, disco de luz, explosão de cores, transferência de cores etc.

Estimular a criança a testar combinações de cores, criando os seus próprios procedimentos, favorecendo o seu protagonismo na atividade.

Produzir tintas naturais, extraindo as cores de folhas, terras, sementes, frutos, especarias etc.

(EI02TS03) Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no ambiente em brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias, apreciando, descobrindo sons e possibilidades sonoras, explorando e identificando elementos da música para expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento de mundo.

 

Promover rodas de música com cantigas que estimulem o conhecimento das cores, exemplo:

·         “Magia das cores”, Mundo Bita

·         “Colorido”, Palavra Cantada

·         “Misturando as cores”, Xuxa, Só para Baixinhos.

·         Coelhinho da Páscoa

 

 

 

(EI01TS04) Demonstrar interesse, respeito e valorização pelas diferentes manifestações artísticas de sua comunidade e de outras culturas.

 

Observar e identificar as cores nas obras de arte de grandes pintores, como Tarsila do Amaral, Piet Mondrian, Van Gogh e Pablo Picasso. 

ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO

(EI02EF03) Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura de histórias e outros textos, diferenciando escrita de ilustrações, e acompanhando, com orientação do adulto-leitor, a direção da leitura (de cima para baixo, da esquerda para a direita).

 

Estimular a identificação das cores por meio da leitura de livros infantis como:

“Bom dia, todas as cores!” – Ruth Rocha.

“Cores e mais cores” – Edições Usborne.

“As cores do mundinho” - Ingrid Biesemeyer.

CORPO, GESTO E MOVIMENTO

 

Adotar hábitos de autocuidado relacionados à alimentação.

 

Explorar as cores e variedades de sabores dos alimentos, por meio da degustação de  grãos, frutas, legumes e verduras, oferecidos na merenda escolar, com os objetivos de estimular a adoção de uma alimentação saudável pelo grupo.

Classificar os legumes, frutas e verduras por cor e tonalidade.

 

ESPAÇO, TEMPO, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES

(EI02ET05) Classificar objetos, considerando determinado atributo (tamanho, peso, cor, forma), expressando-se por meio de vocabulário adequado.

 

Promover jogos e brincadeiras que favoreçam a discriminação das cores e formas, explorando diferentes materiais e suportes, exemplo:

·         Separar os jogos de montar por cores, na hora de guardar.

·         Classificar  objetos da sala (brinquedos, livros, lápis de cor, giz de cera, giz de lousa etc.) por cor.

·         jogos de encaixe explorando cores e formas.

 

 

 

 

(EI02ET08) Registrar com números a quantidade de crianças (meninas e meninos, presentes e ausentes) e a quantidade de objetos da mesma natureza (bonecas, bolas, livros etc.).

 

Realizar a contagem e o registro numérico da quantidade dos objetos da sala, classificados por cor, exemplo: brinquedos, lápis de cor, giz de cera, giz de lousa, potes de tinta guache, massinha de modelar etc.  

(EI02ET02) Observar, relatar e descrever incidentes do cotidiano e fenômenos naturais (luz solar, vento, chuva etc.), levantando hipóteses sobre tais acontecimentos e fenômenos.

 

Explorar as cores na natureza, observando a diversidade de tonalidades, exemplo:

Observar no parque da escola, a cor da grama e das folhas das árvores e plantas, buscando encontrar a maior variedade de tons de verde.

·         Analisar a cor das flores das plantas e das árvores do parque, registrando a variedade de cores e tons.

·         Observar as cores da fauna e  flora brasileira, e de   fenômenos e elementos da natureza, por meio de ilustrações, gravuras, fotos e vídeos.  

·         Catalogar as flores e folhas encontradas no parque, identificadas pelas cores e formas.

 

 

 

Materiais e recursos:

Pincel

Esponja

Rolinho

Borrifador

Conta gotas

Cartolina

Papel celofane colorido

Tesoura

Folhas de sulfite

Lápis de cor

Giz de cera

Giz de lousa

 

 

 

Folhas de árvores e plantas

Frutos e sementes

Grãos ,frutas, legumes e verduras

Argila amarela, branca e cinza

Massinha de modelar colorida

Livros infantis: “Bom dia, todas as cores!” – Ruth Rocha, “Cores e mais cores” – Edições Usborne, “As cores do mundinho” - Ingrid Biesemeyer, “Tarsila e as cores”, - Patrícia Engel Secco e “O Monstro das Cores”.

Rádio

 

 

Produto: Construção do “Livro das Cores” com as produções artísticas das crianças.

Avaliação: ocorrerá por meio da observação do desenvolvimento da capacidade da criança em identificar, discriminar, reconhecer e nomear as cores, como também, da evolução da sua coordenação motora fina.

  PROJETO: CLUBE DA LEITURINHA - MAIS LIVROS E MENOS TELAS PARA AS CRIANÇAS Marina Tanzi   Público-alvo: crianças pequenas . Justifi...